sex war

O sexo é uma guerra.

Há quem defina as suas bombas pela quantidade (eu tive mais sexo que tu...) e há quem defina pela qualidade (por variantes de sexo cada vez mais extremo). Há demasiada gente que define o sexo em si como uma relação de poder. E depois evidentemente que há o sexo enquanto arma. E depois há o sexo como armadilha. O sexo enquanto droga.

E há quem confunda tudo isto com liberdade. E até é. A liberdade é uma faca de dois gumes.

Interessante seria averiguar até que ponto a publicidade e a cultura consumista dominante estimularam e estimulam a pedofilia ao criar imagens sexualizadas das crianças aos olhos dos adultos e aos olhos delas próprias. A cultura consumista assassina a cultura infantil.

O sexo não é um brinquedo, o sexo é uma guerra.
A burguesia está a ganhar esta guerra e sempre ganhou, porque sempre esteve em vantagem nela.

 

O capitalismo não equivale apenas ao mais obscuro conservadorismo... mas também.... à mais liberal-libertária-libertina radical libertação sexual. O sexo nunca foi um problema para o capitalismo. A indústria do sexo é parecida com a mafia (e muitas vezes pertence-lhe) pois parece prosperar com a crise, o caos, a ruína, a decadência. No capitalismo sexo e violência são perfeita simbiose.

publicado por Rojo às 11:53